21 de outubro de 2012

Greve prejudica empresas terceirizadas na Ufac

Fernanda Escócio, Leilane Lima e Mariana Braga

O movimento registrado nas copiadoras e lanchonetes da Ufac teve uma queda de 85% nos 120 dias de paralisação da universidade. Os proprietários dos estabelecimentos calculam os prejuízos e relatam que  o faturamento caiu muito.
Há seis meses na Ufac, Jean Almeida, proprietário daGourmet Massas e Gourmet Restaurantes revela que o prejuízo nas concessões dos restaurantes e das cantinas já está em torno de 70 a 80 mil reais. “Sem falar das contas mensais de energia e aluguel, que gira em torno de nove mil reais", afirma.

Essa realidade também refletiu nas copiadoras. O responsável pela empresa Digicópias, Paulo Henrique Oliveira, acrescenta que a renda mensal gerada na Ufac é de aproximadamente 3 mil reais, com a greve seu prejuízo foi de quatro vezes esse valor. "Ficamos com excesso de funcionários na loja principal. O rendimento da empresa foi insatisfatório” desabafa.

Anistia do aluguel – "Ainda estamos devendo para a Ufac que insiste em cobrar o aluguel do período de greve", acrescenta Paulo Henrique.
Segundo o Pró-reitor de Administraçāo da Ufac, Francisco Carlos Brilhante, as empresas que desejam pedir o ressarcimento pelos gastos que tiveram com a greve, enfrentarão um processo burocrático. " Elas devem formalizar um documento com a planilha dos gastos, encaminhar para a reitoria que vai submeter o processo à  Advocacia Geral da União , onde será deferido ou não", finaliza.

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