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| As universidades vão debater as reformas, diz Silvestre |
Mesmo com a promessa de reajustes de 25% a 40% até 2015 para a categoria, o principal objetivo do movimento, que era a reestruturação do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) e a melhoria na estrutura das universidades, não foi devidamente atingido.
Atual membro da Comando Local de Mobilização, Gerson Albuquerque atuou como presidente do Comando Local de Greve
da Associação de Docentes da Ufac (Adufac), e avalia a situação enfrentada nos
últimos quatro meses como negativa e positiva ao mesmo tempo.
“Através da mobilização dos
professores, houve um colapso total no ensino superior brasileiro. O pior
resultado foi o extenso período de tempo sem aulas, que ainda está passando por
controle de danos através da reestruturação dos calendários acadêmicos”,
explicou Gerson.
Sobre o benefício da situação
pós-greve, o ex-presidente do Comando disse que o Governo Federal trabalha a
proposta de R$ 4,2 bilhões para repasses nos meses de março dos próximos três
anos.
Professor do curso de Letras da Ufac
há 25 anos, Henrique Silvestre participou ativamente das reuniões semanais e
também acredita que a ação dos docentes veio para trazer destaque à atual
situação de precarização das universidades públicas.
“A carreira acadêmica não possui
mais o atrativo que tinha há 20 anos. Pode não ter avançado a questão salarial,
mas agora serão debatidas as reformas necessárias nas instituições federais de
ensino”, enfatizou Silvestre.
Por: Ana Cristina, Astorige Carneiro e Márcia Parfan


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