Os
alunos que precisam dividir o tempo entre o trabalho e o estudo sentiram-se
beneficiados com os 120 dias em que a Ufac esteve em greve.
Gildson Góis, que cursa o oitavo período de Jornalismo, afirma que essa foi a
única vantagem da greve: proporcionar mais tempo aos alunos para desenvolverem
com tranquilidade as monografias.
“Aproveitei para desenvolver cerca de 70 por cento do trabalho que ainda nem
tinha começado devido à falta de tempo. Então creio que por um lado foi muito
bacana e produtivo esse período em que as aulas estiveram suspensas”, destacou
o estudante.
Sarah Diniz, acadêmica de Economia, também aproveitou o tempo livre para adiantar a monografia. A demora, no entanto, chegou a desestimulá-la. “Comecei no maior pique, mas fui desanimando. Fiquei preocupada, pois já fui selecionada para um mestrado ano que vem e preciso terminar logo o curso”.
Os prazos para as finalizações, entregas e apresentações das monografias já foram passados às coordenadorias dos cursos, responsáveis por instruir os alunos sobre como proceder nesta reta final. “De modo geral, o prazo para finalização do trabalho está mantido em relação ao prazo de continuidade do calendário escolar”, explica Mark Clark, coordenador do curso de Pedagogia.
Por: Thiago Fialho e Ana Paula Pojo

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